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     A Noiva em Correrio - (PG)

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    Annadhel
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    MensagemAssunto: A Noiva em Correrio - (PG)   21/02/12, 08:11 am

    Título: A Noiva em Correrrio
    Autor: Annadhel
    Ship: Catelyn/Petyr
    Categoria: Romance?
    Classificação: PG
    Capítulos: Only God knows
    Completa: [ ]Sim [X]Não.
    Sinopse: Catelyn Tully vai ser apresentada a Brandon Stark.


    Duas batidas na porta.
    -Quem está aí?
    A criada abriu a porta do quarto, o suficiente apenas para que Catelyn visse um sorriso amável no rosto sardento da jovem.
    -Senhora, Lord Hoster a está esperando nos seus aposentos.
    Cat levantou-se da cama, colocando o vestido azul que acabara de ganhar em cima da cadeira ao lado.
    -Obrigada, Gemma, pode se retirar.
    -Mas a senhora não vai precisar de ajuda para se vestir?
    -Gemma, pode se retirar. Agora.
    A criada pareceu confusa, mas se retirou quando Cat andou em direção à porta, trancando-a em seguida. Cat apoiou suas costas na porta, respirando aliviada pela saída da jovem, mas ainda ansiosa pelo encontro que logo mais aconteceria. Tomou o vestido azul e foi olhar-se no espelho preso na parede ao lado, imaginando como seria conhecer seu futuro esposo.
    Dos senhores do Norte, Cat sabia apenas o que a septã lhe ensinara quando mais jovem, e o que mais lhe vinha à lembrança era que os nortenhos criam nos antigos deuses. Como seria então seu casamento? Teria a benção da Donzela, a quem dirigia suas preces? Será que a Mãe lhe abriria a madre, mesmo que seus filhos tivessem de ser criados sem a fé nos Sete? Cat meditava nessas questões quando sentiu um braço a segurando pela cintura. Ao virar seu rosto de lado, logo sentiu o hálito de menta da boca que lhe beijava o pescoço, tão ternamente que, por um breve instante, ela não quis mais pensar em nada.
    -Petyr, preciso me vestir... Pare com isso...
    -Cat, você não precisa ir encontrar esse selvagem... fuja comigo, case-se comigo!- Disse ele, olhando para a imagem dos dois refletida no espelho.
    - Querido, mas meu pai já te disse que não poderemos nos casar! Eu... Eu preciso me vestir logo, para ir ter com ele agora mesmo.- Cat desenvencilhou-se do abraço de Petyr, ao se lembrar da irmã mais nova. - E Lysa te ama, ela sim pode te dar todo o carinho, amor e filhos que você merece.
    - Cat, eu não amo Lysa. Amo você. - O olhar dele era penetrante, mas algo não lhe soava muito bem. Ele tinha algo mais a dizer, e Cat tinha medo de perguntar. Em diversas ocasiões anteriores ela já vira aquele olhar, mas nunca lhe parecera tão resoluto quanto agora.
    Lysa era dois anos mais nova do que Catelyn, mas era tão desenvolvida quanto a irmã mais velha. Edmure, o caçula, era apenas uma criança de 8 anos, que corria pelos salões com a vasta cabeleira vermelha cobrindo-lhe os ombros. Vez ou outra, as duas irmãs acompanhavam Edmure em seus passeios pelo Bosque Sagrado, onde ele corria e brincava com os filhos dos servos dos Tully, e Lysa desaparecia para seus encontros secretos com Petyr.
    Cat notara que, desde que seu pai, Lorde Hoster Tully, havia selado a aliança de seu casamento com Brandon Stark, Lysa tornara-se mais próxima de Petyr, que não lhe reribuía o sentimento. Os três sempre estavam juntos, conversando, rindo, relembrando os menestréis que passavam por Correrio em busca de abrigo, na época das chuvas, e que em troca retribuíam-lhes com canções de amor, donzelas e belos cavaleiros, dragões e mercenários. Petyr tinha predileção por “As Chuvas de Castamere”, mas Cat e Lysa preferiam a canção de Florian e Jonquil, e sonhavam com seus cavaleiros em belas armaduras polidas entregando-lhes prêmios de donzela da beleza, nos torneios, ou mesmo evocando poemas em jantares na corte como prova do seu amor. Em suas encenações, ora era Lysa, ora era Catelyn que se casava com Petyr; quando uma era a noiva, a outra fazia as vezes de Alto Septão e celebrava o casamento entre as partes, que sempre terminava com um beijo do moço em uma das irmãs. Mas desde que o casamento de Catelyn fora anunciado, Petyr evitava essas brincadeiras a três e procurava, cada vez mais, ficar a sós com Cat. Ele conhecia todas os acessos ao quarto de Cat, e frequentemente a surpreendia com pedidos como aquele, para que não se casasse com Brandon.
    Por mais que Catelyn tivesse um grande carinho por Petyr, sabia que aquelas brincadeiras de criança teriam que acabar em breve. “Que ele continue a se divertir com Lysa”, ela pensava, mas não sem sentir uma pontada gelada de ciúmes no estômago. E ela estava certa que, se aquelas brincadeiras, que a cada dia se tornavam mais íntimas, continuassem, logo poderia acontecer algum escândalo. “Mas comigo, não”, Cat pensava. Mesmo assim, ao olhar Petyr, estremeceu e teve medo do que ele poderia fazer. Estavam a sós no quarto, e bastava um meio sussurro que Gemma escutasse para que o casamento de Cat com Brandon Stark nunca acontecesse. Era melhor jogar o jogo de Petyr.
    - Você pode me ajudar com o vestido, querido?- Disse Cat soltando os laços do vestido que o prendiam ao peito. Petyr se adiantou para pegar o vestido que caía, olhando Cat nos olhos, com malícia.
    - Claro, minha querida. Se você precisa mesmo conhecer Brandon Stark, que seja com um vestido que eu tenha te dado.
    Cat pulou para fora do vestido vermelho que vestira, e colocou o vestido azul que Petyr lhe presenteara. Petyr apertou-lhe os laços com tanta força que Cat arfou de dor.
    - Para! Assim você me machuca! - Cat controlou-se para não gritar.
    -Perdão, minha querida, a queria apenas mais formosa do que você já é. - Petyr deu a volta em Catelyn e observou-a de frente, como um artista que admira sua obra de arte. Pegou os cabelos de Cat e jogou-os por cima dos ombros, ajeitando-os de modo que cobrissem seu colo. Suas mãos desceram até encontrar com o decote do vestido, onde os pequenos seios, de tão comprimidos, saltavam, parecendo maiores do que realmente eram. Petyr reclinou sua cabeça nos seios de Cat, pousando sua orelha junto ao coração dela.
    - Vê como você está ansiosa, Cat? É por mim que você deseja, e não por nenhum nortenho!
    Cat saltou ao ouvir mais duas batidas na porta. “É Gemma”, ela pensou. “Preciso me livrar de Petyr sem causar escândalos, mas como?”
    - Petyr, querido, ouça-me bem. - Cat tomou a cabeça de Petyr em suas mãos e a trouxe bem junto ao rosto. - Vou descer para conhecer Brandon Stark, você sabe que devo me casar, mas isso não vai nos impedir de nos vermos e de sermos amigos. Você é muito importante para mim, nunca duvide disso. Vou ver o que posso fazer para adiar esse casamento, mas não se precipite, nem faça nada que nos prejudique, nem à Lysa. Espere por minha resposta e depois veremos o que faremos. Juntos.
    O semblante de Petyr anuviou-se com as palavras de Cat. “Deu certo, ele não vai tentar nenhuma loucura”, ela pensou. “Preciso dar um jeito em Petyr antes que ele faça alguma coisa, ou tente me desonrar”.
    - Minha Jonquil, não deixe seu Florian a esperar por muito tempo. Mas adiar o casamento já é alguma coisa, enquanto eu penso em alguma coisa para nós, meu amor.
    Cat teve certeza que Petyr estava fora de si quando ele a abraçou fortemente pelos quadris. Mais duas batidas na porta. “Senhora Catelyn, Lorde Hoster manda que desça imediatamente!”. Dessa vez não era a Gemma, mas a velha Septã Lemore. Cat precisava se apressar, pois a septã possuía as chaves da porta do quarto e a qualquer instante ela veria Petyr ali, e todos os seus planos de um casamento perfeito, com a bênção dos Sete, iria por água a baixo. Cat fez o possível para se desenvencilhar dos braços de seu amigo, mas começou a ouvir o tilintar do molho de chaves da Septã. “Estou perdida”, ela pensou. Desesperada, Cat tirou as mãos de Petyr de si, com violência, e correu para a porta. Quando alcançou a maçaneta da porta, Septã Lemore já a havia destrancado e forçava sua abertura. Cat olhou para trás para ver onde Petyr estava enquanto a Septã entrava no quarto.
    - Lady Catelyn, o senhor seu pai está impaciente lhe esperando. O que a senhora fazia no quarto a portas fechadas, sem a ajuda de uma criada?
    - Septã, eu apenas gostaria de me arrumar a meu gosto para conhecer meu futuro esposo. Gemma machuca-me muito para pentear os meu cabelos, e fala de assuntos que uma dama não deve conhecer antes de conhecer a seu esposo. O que Gemma fala ofende à Donzela, Septã.
    Cat não parava de olhar para trás, na direção de onde estivera com Petyr. Não havia nenhum sinal dele em lugar algum do quarto, apenas o vestido vermelho que ela havia tirado, que estava jogado ao chão. As janelas do quarto permaneciam fechadas, do mesmo modo que antes.
    - Lady Catelyn, o que tanto a senhora procura?
    - Septã, gostaria de guardar aquele vestido antes de sair. Não convém que ele se estrague por ficar jogado ao chão. Custou-me muito bordar as barras do vestido para que eu corra o risco de alguma criada o estragar ao vê-lo no chão.
    A Septã assentiu, mesmo que desconfiada. O vestido foi cuidadosamente dobrado e guardado por Cat, que ao sair não pode resistir a uma última olhada no grande espelho que havia em seu quarto. Seus seios estavam muito proeminentes naquele vestido que Petyr lhe dera, mas seria do agrado de seu pai que ela conquistasse a atenção dos Stark, nem que fosse usando aquele decote. Fechando a porta do quarto atrás de si, Catelyn seguiu a septã na direção dos aposentos do pai.
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    Annadhel
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    MensagemAssunto: Re: A Noiva em Correrio - (PG)   21/02/12, 06:25 pm



    - Lady Catelyn, Gemma me disse que ouviu vozes no quarto enquanto a senhora se trocava. - Septã Lemore perguntou-lhe enquanto desciam o primeiro dos 3 lances de escadas que conduziam ao pavimento inferior. Sua respiração estava ofegante e entrecortada por acessos de tosse.
    - Septã, Gemma fala do que não convém. Ela mantém conversas muito perniciosas com as outras empregadas, inventa coisas a respeito de mim e de minha irmã! Já pedi a meu pai que a mandasse embora, mas ele insiste em mantê-la conosco. Ela mente a meu respeito por ter inveja de mim. -Cat falou, não sem um toque de desprezo pela empregada, que era apaixonada por Petyr, segundo o que toda Correrio comentava.
    As duas prosseguiram em silêncio. A cada degrau que Cat descia, sentia-se mais apreensiva por estar, em alguns instantes, perto do homem que lhe mudaria a vida. Sempre sonhara com um homem firme, porém gentil; um homem que apreciasse salões e festas de baile, que fosse imponente como um rei; sempre imaginava-se sendo conduzida ao altar, toda vermelho e azul, nas cores da casa de seu pai, com Lysa e as demais donzelas atirando-lhe flores ao caminho. Nesses sonhos, via um homem trajado em couro fervido com uma longa manta de peles cinza em suas costas, presa em apenas um dos ombros, de costas para ela, em frente ao altar. Cat caminhava, mas a cada passo que dava sentia-se incomodada, como se estivesse caminhando na direção de uma fogueira. Olhava ao seu redor procurando a família de seu esposo, e via, a direita do altar, um homem trajado em armadura completa, com o lobo gravado em seu peito, de onde emanava o calor que sentia. Ao olhar para o lobo gravado no peito do guerreiro, sempre lhe parecia que o lobo contorcia-se, consumido por chamas invisíveis. Ao lado do guerreiro de armadura, uma garota de longos cabelos castanhos e olhos cinzentos que olhava para o altar com tristeza, levantava o olhar e a encarava nos olhos. Essa era o momento que Cat mais temia: a garota carregava um buquê de flores azuis e, pétala a pétala, despedaçava as flores com uma fúria incontida. Enquanto isso, um outro guerreiro, mais jovem, dava um passo a frente e inclinava-se em reverência a ela. A tristeza em seus olhos era maior do que a da garota a seu lado, mas era belo; tão belo que Cat desviava-se sempre de seu caminho em direção ao altar e andava em sua direção. Ao se olharem nos olhos, Cat via a sombra de coisas passadas e futuras; via tristeza e hesitação, via o frio do inverno. Ao se dar conta do quanto havia se desviado do caminho em direção ao altar, Cat parava e olhava em redor, procurando por Petyr, mas não o encontrava em lugar algum. Do lado esquerdo do altar onde seu misterioso noivo estava seu pai, sentado em uma cadeira com suas pernas cobertas, como se estivesse doente. Ao lado do pai, seu tio Brynden Blackfish, a muito desaparecido, fazia guarda. Edmure estava sentado aos pés do tio, brincando com pequenas pedras, como se fosse construir uma torre. Lysa, que estivera na entrada daquele salão sem fim jogando pétalas de flores a seus pés, como se as flores tivessem se acabado, começou a jogar os caules e folhas mortas restantes em seu cesto. Cat via rosas espinhentas em seu caminho, e ao desviar-se de um grande espinho a sua frente, tropeçou no que julgou ser uma dobra do longo tapete vermelho estendido a seus pés. Ao atingir o chão, caiu de joelhos e pediu ajuda ao seu noivo, mas ele não escutava; puxava seus pés para prosseguir sua caminhada, mas os pés estavam presos. Ao olhar para eles, via que não tinha tropeçado no tapete, mas sim, num grande tronco branco de um represeiro que surgira em seu caminho. Cat gritou pela ajuda da Donzela, da Mãe, da Velha... mas máximo que aconteceu foi que todos os convidados que tomavam o salão, Leões, Veados e Dragões, sumiram, bem como sua família e os Lobos da família de seu noivo.
    Estava ela só com o silencioso noivo, para o qual Cat gritava, implorava por ajuda, mas nada vinha ao seu encontro. Ela levantou-se depressa, com medo do que mais poderia lhe acontecer, e correu, agora sem entraves, na direção do altar. Ao chegar perto do noivo, não via mais o lobo dos Stark em suas costas; puxou o longo manto cinzento com força e, ao noivo se virar para ela, via Petyr com um punhal em mãos, pronto para desferir um golpe. Mas antes que ela pudesse ser atingida, despertava.
    - Septã, a senhora viu o senhor Petyr hoje? - Cat perguntou, procurando puxar assunto ao terminarem de descer as escadas e tomarem a direção do corredor da câmara de seu pai.
    - Lady Catelyn, não convém que a senhora fale esse nome em voz alta.- Septã Lemore a advertiu, não sem um olhar malicioso. - Lorde Stark sabe da pretensão de Mindinho a seu respeito e não vai tolerar qualquer tipo de entrave ao casamento, especialmente vindo da parte de Petyr.
    Ouvir aquilo foi um banho de água fria nas intenções de Cat de tentar ajudar Petyr. Mindinho... Cat nunca gostou de ouvir esse apelido de Petyr. Lorde Hoster assim o chamava como se para lembrá-lo da suas origens baixas, da região chamada Os Dedos, de onde ele veio. Petyr a princípio pareceu abatido ao receber esse apelido, ainda mais sabendo das intenções de Lorde Tully em menosprezá-lo, mas aos poucos deixou de transparecer quaisquer insatisfações com o nome.
    Cat não tinha mais como voltar atrás. Ela queria ajudar Petyr, mas nunca poderia se casar com ele, mesmo porque não o via como seu esposo. Talvez ele fosse mais feliz com Lysa, que tanto o amava. Ela precisava ajudá-lo a esquecê-la, mas o anúncio de casamento com o Stark fez com que as investidas de Mindinho se tornassem mais impertinentes, e Cat jamais o perdoaria se estragasse seu futuro. Cat queria ter muitos filhos e filhas, para, quem sabe, vê-los cavaleiros um dia ou até mesmo ver uma de suas filhas na corte, para se casar com um príncipe. O príncipe Rhaegar era o alvo mais inatingível dos sonhos de donzela que ela e Lysa tinham, mas quem sabe, uma de suas filhas poderia até se casar com o jovem irmão de Rhaegar, Viserys, ou até mesmo com os filhos que ele e Elia Martell teriam. Era apenas uma questão de Catelyn conseguir o pai apropriado para seus filhos, e Petyr certamente não poderia realizar esse sonho. Ele precisava sair de seu caminho.
    Ao chegarem na porta da câmara, a septã olhou para Catelyn para se certificar que não havia nada de errado. Verificou os cabelos, o laço do vestido nas costas, a saia. Antes de dar seu aval, olhou para o decote que deixava os seios tão a mostra, fez um ar de reprovação, mas nada falou. Bateu na pesada porta de madeira de carvalho, que logo abriu-se para Cat. “É agora”, ela pensou.
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    MensagemAssunto: Re: A Noiva em Correrio - (PG)   03/03/12, 05:28 am

    Pessoas que leram, podem comentar xD
    semana que vem tem continuação =D
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    MensagemAssunto: Re: A Noiva em Correrio - (PG)   Hoje à(s) 12:18 pm

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